1.5.10

*7/365

Aldeia perdida no meio do nada...
Mas é nesta aldeia, onde nada se passa, onde se vê pouca gente, onde se adormece com o canto dos grilos que se recarregam bateriais para a rotina lisboeta!
Aqui, matam-se saudades dos amigos, do cantar alentejano espontâneo no café, de sair de casa e sentir o calor do sol na pele, de estragar sapatos de salto alto nesta calçada irregular, das popias, do "falar a cantar" que só os alentejanos sabem fazer... de muita coisa :)

1 comentário:

vera disse...

oh .. minha aldeia, minha rua, ..

gosto de te ter ca, muitooo :D